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As 6 chaves para a alfabetização emocional

Assim como há um período ideal para aprender a ler e escrever, há também um estágio adequado para aprender a administrar as emoções de modo assertivo. Trata-se dos estágios iniciais da vida: a infância e a adolescência, embora isso não signifique que não possamos iniciar o aprendizado emocional nos estágios posteriores da vida. De fato, ao desenvolver essas seis esferas de sua vida interior, você pode enriquecer sua esfera emocional:

 

1. Autoconsciência emocional. Trata-se de conhecer seus sentimentos, nomear suas emoções sabendo que tristeza não é o mesmo que apatia ou depressão e que ansiedade não é o mesmo que sobrecarregar ou se preocupar. Essa habilidade não envolve apenas reconhecer as emoções, mas ser capaz de explicar sua origem, encontrar sua causa para compreendê-las e reconhecer seus gatilhos.

 

2. Autocontrole emocional. Trata-se de aprender a administrar as emoções de maneira assertiva, de modo que elas não nos prejudiquem nem aos outros. Para fazer isso, precisamos obter ferramentas psicológicas que nos permitam controlar a raiva, a irritabilidade, a liberdade do estresse … Não se trata de reprimir, negar ou esconder essas emoções, mas de canalizá-las para que elas cumpram seu papel da melhor maneira possível.

 

3. Empatia. A empatia é a capacidade de entender a condição de outra pessoa a partir de sua perspectiva, implica colocar-se em sua pele e sentir o que essa pessoa está experimentando. É uma participação afetiva na realidade de alguém, tornando nosso o seu mundo emocional. Não se trata apenas de entender suas razões, mas de captar suas emoções e aceitá-las, dando-lhes a validação emocional de que necessitam.

 

4. Resiliência emocional. Resiliência é a capacidade de emergir fortalecida da adversidade, enfrentar os maus momentos sem quebrar e tirar proveito deles. A alfabetização emocional envolve a capacidade de curar feridas emocionais, virar a página e seguir em frente, para que o passado não se torne um fardo que nos ligue a estados como depressão ou ansiedade.

 

5. Interatividade emocional. É a capacidade de gerenciar as emoções de forma positiva, para que a melhor versão das pessoas possa ser trazida à luz. Uma pessoa com habilidades emocionais saberá como mediar conflitos interpessoais e fornecer apoio emocional quando necessário.

 

6. Auto-motivação. Refere-se à capacidade de definir metas que nos motivam ao longo do caminho e geram emoções positivas que facilitam a realização desses objetivos, de modo a não jogar a toalha ou nos desmoralizar com os obstáculos.

“A alfabetização emocional exige que as pessoas entendam seus próprios estados emocionais e os dos outros; aprendendo a gerir as suas emoções e empatia […] A alfabetização emocional é tanto um processo de desenvolvimento individual como uma atividade coletiva, é tanto a si mesmo e a construção de um grupo, de modo que os sentimentos próprios de bem-estar emocional cresçam com os dos outros, e não às suas custas. A alfabetização emocional envolve o estabelecimento de conexões entre pessoas e o trabalho com suas diferenças e semelhanças, para administrar a ambiguidade e a contradição. É um processo dinâmico através do qual a pessoa se desenvolve emocionalmente e envolve cultura e empoderamento “, escreveu o psicólogo Brian Matthews.

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O que é analfabetismo emocional?

O analfabetismo emocional é a incapacidade de compreender, catalogar e gerenciar nossas emoções e, portanto, de entender e aceitar as emoções dos outros. É uma desconexão com emoções e sentimentos, o que não apenas nos impede de especificar o que estamos sentindo, mas também limita nosso escopo de ação, transformando-nos em pessoas reativas e impulsivas que permanecem aprisionadas em suas emoções.

Esse termo está intrinsecamente ligado à alfabetização emocional, um conceito proposto pelo psicoterapeuta Claude Steiner na década de 1970, que se refere à capacidade de entender emoções, ouvir os outros e ter empatia com seus estados emocionais, além de expressar emoções de uma maneira produtiva.

Uma pessoa com educação emocional será capaz de gerenciar suas emoções para se fortalecer e se motivar, melhorar sua qualidade de vida e seus relacionamentos interpessoais. Uma pessoa vítima de analfabetismo emocional, ao contrário, será vítima de suas emoções, o que provavelmente causará mais de um problema ao longo da vida, seja em nível pessoal ou interpessoal.

Enquanto a pessoa emocionalmente educada usa emoções e sentimentos em seu favor, o analfabeto emocional é vítima de suas redes e, portanto, só pode ver o aspecto mais escuro ou mais negativo das emoções.

Os sinais de analfabetismo emocional

– Não ter granularidade emocional; isto é, não ser capaz de identificar com precisão as emoções ou sentimentos que experimenta.

– Não saber medir o alcance das palavras, para que possam não ferir os outros por falta de tato.

– Reagir impulsivamente, especialmente quando você é vítima de emoções como raiva, ódio, ressentimento ou medo.

– Não leve em consideração as emoções das pessoas com as quais você se relaciona.

– Não refletir sobre seus estados emocionais para encontrar sua causa.

– Tomar decisões deixando-se levar apenas pelas emoções, sem analisar as consequências de suas ações.

– extrema suscetibilidade aos acontecimentos da vida, de modo que muitas coisas afetam mais do que deveriam, desproporcionalmente.

– Facilmente entra em colapso diante de obstáculos e imediatamente pensa que não vale nada.

– Sente que é uma vítima de suas emoções, que elas assumem o controle de sua vida e levam a tomar decisões das quais se arrepende mais tarde.

– Não pode virar a página e seguir em frente, está amarrado a eventos passados através de emoções como culpa e angústia.

A origem do analfabetismo emocional

Quando somos pequenos, somos todos analfabetos emocionais. Nosso repertório emocional é muito limitado. Os bebês experimentam felicidade, angústia e desgosto desde que nascem e são capazes de expressar essas emoções através de suas expressões faciais e postura corporal. À medida que crescem, seu mundo emocional se expande.

Entre 2 e 6 meses eles já podem sentir raiva, tristeza, surpresa e medo. Cerca de 4 meses eles são capazes de distinguir diferentes expressões emocionais nas pessoas ao seu redor e em 6 meses eles imitam as emoções que vêem nos outros.

No entanto, os pais ou cuidadores desempenham um papel essencial neste processo de alfabetização emocional. As crianças precisam de validação emocional, um processo pelo qual elas buscam aceitação da experiência emocional em outras pessoas importantes. Se esse processo de validação ocorrer adequadamente, a criança aprende a identificar e gerenciar suas emoções.

Se, pelo contrário, há um processo de invalidação emocional, em que as experiências emocionais dessa criança são rejeitadas, ignoradas ou julgadas continuamente, ela assumirá que as emoções são suas inimigas e que deve reprimi-las ou escondê-las. Como resultado, não terá a oportunidade de se familiarizar com elas e aprender a gerenciá-las de maneira assertiva.

Por essa razão, o analfabetismo emocional geralmente vem de lares em que as emoções são reprimidas e estas são classificadas como negativas e indesejáveis. São adultos que, quando crianças, não tiveram a oportunidade de aprender a administrar seus estados emocionais e não receberam as ferramentas de autocontrole emocional necessárias para lidar com seus sentimentos de forma assertiva.

"Nada vai acontecer comigo": por que a ilusão de controle é tão perigosa.

Estamos vivendo um momento inédito nesta geração que é uma pandemia que tem obrigado cidades do mundo inteiro a ficarem em quarentena. Médicos, pesquisadores, cientistas e governantes orientam o isolamento para contenção do contágio do vírus e diminuição do caos no serviço público de saúde e bem-estar da população. No começo as pessoas aceitam, se isolam, mas com o passar do tempo algumas começam a sair de vez em quando para ir ao mercado, percebem que ninguém em sua casa pegou o vírus e acreditam então que podem burlar essa orientação. A essa ação de achar que não estamos em perigo em uma situação porque "não aconteceu nada até agora", ou seja, de que é possível controlar o incontrolável, é chamada de ilusão de controle.

 

Segundo Tiago Ravanello, psicólogo e professor do curso de psicologia da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), a ilusão de controle ocorre quando assumimos que "isso só acontece com os outros", que "não precisamos nos preocupar com o que todos se preocupam", e que as leis e as consequências possivelmente nocivas de sua transgressão "não nos atingem", como se pudéssemos controlar através de nossas falas e nossas narrativas os efeitos da realidade. E quando se faz isso, ao mesmo tempo em que afirmamos a nossa força e poder, também corremos o sério risco de ter de enfrentar os limites dessa ilusão, tais como o conflito com a lei, as doenças que poderiam ser evitadas ou o desencontro com o outro que não foi convencido pela história contada.

Alfredo Toscano, psiquiatra e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo define a ilusão de controle como uma falha de avaliação que leva a pessoa a superestimar os seus próprios atos e que "não está relacionada a disfunção em alguma área do cérebro, lesão nem a alteração da neurotransmissão cerebral, mas a um viés cognitivo, uma crença que a faz colocar a sua capacidade muito acima de seu desempenho".

 

Keitiline Viacava, neurocientista e doutora em psicologia, explica que entre as possibilidades em estudos para explicar o fenômeno, pode estar na frequência de coincidências entre a ação realizada e o resultado vivenciado. Por exemplo, uma pessoa pratica o isolamento social para se proteger da pandemia. Considere que todas as vezes que sai de casa, seja para ir ao supermercado ou ao trabalho, essa pessoa retorna se sentindo bem. "Eventualmente, pela frequência na coincidência entre a ação de sair de casa e o resultado percebido (ainda que não garantido) de não estar contaminado, a ilusão de controle pode emergir", complementa Viacava. Esse fenômeno foi observado e publicado em 2011.

 

Quais os problemas desse tipo de ilusão?

Segundo Toscano, pessoas com ilusão de controle podem ter diversos prejuízos na vida, como por exemplo sofrer um acidente por tentar dirigir um carro sem saber, dar uma aula ou palestra sem conhecer o assunto, aplicar mal o seu dinheiro, planejar mal as suas despesas ou até de contrair uma doença infecciosa por se equivocar ao acreditar que conhece as medidas apropriadas à sua proteção, colocando em risco a sua saúde e a de outras pessoas.

 

Já Ravanello acredita que até laços de amizade podem acabar por conta da ilusão de controle. "Não é incomum que relações sejam desfeitas apenas com o intuito de não sermos contraditos naquilo que acreditamos. Ora, a afirmação de uma verdade não precisa se dar pela exclusão de outras formas de visão ou experiência de mundo", declara. Ele orienta que devemos levar em consideração o risco de que ter uma visão única, ou seja, um indivíduo ter uma verdade e os outros concordarem com essa verdade, resultará em uma parcialidade que limitará experiências para todos, formando uma "bolha de iguais". Pode ainda, em um sentido mais extremo, a pessoa ficar solitária ou ter um sentimento crescente de ser hostilizada pelo mundo.

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Não se deixe enganar Todos estamos sujeitos à ilusão de controle, ainda que crianças, adolescentes e idosos sejam os mais vulneráveis.

 

"Por ser classificada como um viés cognitivo, a ilusão de controle ocorre de maneira automática, quase sem querer, sem que nos demos conta", pontua Viacava,

 

Para Toscano, o comportamento está ligado a imaturidade e pode acontecer, conforme disse Viacava, em várias fases da vida, como na fase infantil por causa do pensamento mágico da criança de que ela controla o que se passa ao seu redor (mas não se espera este funcionamento em um adulto), em adolescentes, que se sentem capazes de realizarem tudo que querem, menosprezando riscos, em maior ou menor grau, dependendo do adolescente, o que pode ser agravado pelo uso de álcool e outras drogas pela sensação de poder que acarretam ou ainda deficientes intelectuais que são acometidos por ilusão de controle em decorrência de imaturidade.

 

Por sua vez, Ravanello analisa que a ilusão de poder pode ter muitas faces e cada grupo social cria suas próprias formas de ilusão: em grupos ou sociedades machistas, que tendem a concentrar o poder de imposição da verdade pela força, há uma maior tendência à ilusão de controle ser assumida por homens. Em grupos sociais que superestimam o capital, vemos uma maior tendência por parte daqueles que estão em ascensão econômica. Nas universidades e instituições de ensino, não raramente essa maior incidência se dá com professores.

 

Consequências

Não é fácil a identificação deste comportamento por quem se ilude. Embora a pessoa venha a ter muitos problemas pessoais e relacionais, prejuízos de todo tipo, riscos e até consequências legais e policiais de seus atos, as pessoas que vivenciam a ilusão de controle não percebem o que de fato se passa com elas. Outra pessoa pode até detectar haver algo de errado, mas muitas vezes sequer entendem o que se passa, muitas vezes julgando se tratar de mau-caráter ou dissimulação, esclarece Toscano. "É necessário motivá-las a procurar ajuda, uma terapia para que desenvolvam a percepção de seus atos diante da realidade, o que certamente proporcionará um progressivo amadurecimento", orienta o psiquiatra.

 

Além disso, se muitas pessoas tiverem esse comportamento, ele pode prejudicar outras pessoas. No caso do isolamento social diante da pandemia de covid-19, interpretar que quebrá-lo não trará danos pode prejudicar a busca pela diminuição da curva de novos casos, o que pode causar superlotação nos hospitais e unidades de terapia intensiva. Por isso, é importante observar esse tipo de comportamento em que está próximo e tentar alertá-lo.

 

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/04/14/nada-vai-acontecer-comigo-por-que-a-ilusao-de-controle-e-tao-perigosa.htm?cmpid=copiaecola

 

 

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Fuga ou ataque

O medo, por sua vez, surge diante da sensação de ameaça de algo. E quando nos sentimos ameaçados, com medo, duas grandes possibilidades se apresentam: fuga ou ataque. Alguns irão paralisar, não vão conseguir pensar para criar soluções e outros irão atuar de forma agressiva, brigar.

A frustração diante do limite e o medo diante da ameaça nos deixam estagnados em um lugar perigoso onde, se permanecemos por muito tempo, adoecemos, pois o cenário dentro de nós vai ficando cada vez mais terrífico.

No momento em que estamos tomados por essa situação, nada mais tem espaço dentro de nós, a não ser a ideia persecutória e trágica. E nessa falta de espaço, o importante se perde: o tempo!

Não conseguimos dar conta de esperar, de aceitar e passar pelo processo que as coisas têm. Não nos achamos mais no presente e esquecemos dos recursos passados que já criamos ou ainda daqueles potenciais recursos que podemos desenvolver.

Foco no agora

Estamos em tempos incertos, de muita vulnerabilidade e os medos, ansiedades e angústias estão a todo vapor. Mas, aquilo que não podemos mudar não pode nos atormentar, porque senão deixamos de fazer e mudar aquilo que podemos.

Não é fácil, mas é o melhor caminho para acalmar seu coração nesse período. Foque naquilo que você pode fazer e cuidar! Tente não se atormentar com aquilo que não depende de você ou que está fora de suas possibilidades. Cuide do presente, do que está acontecendo agora, dentro de você e do seu lar. Essa é a melhor forma de termos melhores resultados para o futuro.

Se seu pensamento ficar muito longe, atormentado com aquilo que não pode mudar e com futuro incerto, o seu presente ficará desprotegido e descuidado. Sendo assim: foco! Cuide do que você pode mudar. E aquilo que não pode mudar, aprenda a entregar e confiar.

Por Lívia Rocha

 

Psicologia solidária: o que não podemos mudar, não deve nos atormentar

Cuide do presente, do que acontece agora, dentro de você e do seu lar

O ser humano, em geral, não lida bem com limites e falta de controle. A frustração, a privação dos prazeres imediatos e a desgarantia geram ansiedade, angústia, desconforto. Começamos a agir de forma impensada ou tentando achar garantias, numa busca ilusória de controle do futuro. Diante do desconhecido – como esse período de pandemia, quarentena e isolamentos – o medo se instala.

E, como resposta biológica, provoca reações bioquímicas que suprimem nossa capacidade de pensar de forma lógica. Mas além das questões biológicas, outra circunstância imperiosa se manifesta: nosso psiquismo.

 

Diante do medo e da sensação de ser castrados, impedidos de atuar de acordo com o próprio desejo, somos tomados por sentimentos e emoções que não são dos mais agradáveis. Diante do NÃO, vindo de fora, entende-se esse “não” como limite pessoal ou social. Explodimos ou implodimos da raiva indignados com a injustiça e absurdo de ter nosso desejo freado.

Esperneamos, achamos culpados, xingamos e tentamos burlar regras e leis com os mais ardilosos argumentos. Deixamos de pensar e fazer escolhas pautadas na proteção porque sentimos os limites como punição.

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Aplicativos e Canais online,

para o bem estar físico e mental

 

 

 

Devido a pandemia do novo coronavírus, quem costumava a frequentar academias para se exercitar ou fazia isso ao ar livre, em praças e parques, ficou sem ter aonde ir. Isso não quer dizer que você tenha que ficar sem praticar atividades físicas por estar confinado dentro de casa.

 

Dando seguimento às dicas de opções eficientes e produtivas para o período de isolamento, a Assessoria de Comunicação traz hoje uma lista de aplicativos e canais online para o bem estar físico e mental, com o objetivo de não te deixar ficar parado durante a quarentena. São diversas opções que englobam atividades físicas, meditação, yoga e dança. Todos esses conteúdos estão disponíveis de forma gratuita. Agora

você não tem mais desculpas para ficar parado!

 

Vamos lá sacudir o esqueleto e cuidar da nossa saúde física e mental:

 

Seven: Como o nome já sugere, este aplicativo traz treinos com duração de sete minutos. Com pouco intervalo entre as atividades, o treino é intenso e voltado à queima de gordura. Grátis, disponível para Android e iOS.

 

BTFit: ele traz treinos que podem ser feitos em casa ou na academia. Possui a opção para que você tenha instruções em vídeo e séries para fazer exercícios sem nenhum equipamento. Além disso, traz também programas voltados à definição muscular, perda de gordura e prática de ioga. Gratuito e com versão paga, está disponível para Android e iOS.

 

Feeletics: Este aplicativo propõe em ser seu companheiro de treino, com séries de exercícios com vídeos que mostram a execução correta dos movimentos. A versão gratuita oferece acesso completo a alguns treinos que podem ser realizados em sua casa, sem a necessidade de uso de nenhum equipamento. Grátis e com uma versão paga, está disponível para Android e iOS.

 

Nike Training Club: Este faz jus ao nome, trazendo mais de 160 opções de treinos gratuitos, diretamente no seu celular. Os treinos são separados por níveis, indo do iniciante ao avançado, com duração de 15 e 45 minutos. Traz opções de exercícios de força e resistência, mobilidade e até ioga. Disponível para Android e iOS.

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MadBarz: este aplicativo traz treinos para fazer em casa com curta ou média duração, com opções de cinco a 45 minutos. Os treinos variam de exercícios de aumento de força, ganho de massa muscular ou queima de gordura. Grátis e com uma versão paga, está disponível para Android e iOS., apenas em inglês.

 

RadarFit: desenvolvido por uma startup mineira, este aplicativo é um jogo online que engloba todas as vertentes ligadas a saúde, bem-estar e fitness. Nele, você têm acesso a treinos personalizados, para serem feitos em casa ou ao ar livre, baseados no objetivo (emagrecer, fortalecer ou manter hábitos saudáveis) e no perfil do usuário (idade, altura, peso e gênero). Disponível para Android e iOS.

 

Lojong: este aplicativo te ensina a meditar com exercícios guiados simples. Traz vídeos animados, opção de definir lembretes e de programar as suas meditações. Grátis e com uma versão paga, está disponível para Android e iOS.

 

Calm: este traz sessões de meditação guiadas em versão de três a 25 minutos, além de te ajudar a se preparar adequadamente para a hora de dormir. Possui programas de sete dias para usuários iniciantes e avançados. Disponível para Android e iOS.

 

Meditopia: este aplicativo possui mais de 250 opções de exercícios de meditação, além de oferecer músicas com sons da natureza para download. Há também a opção de timer, para você programar os horários para as suas sessões de meditação. Gratuito, está disponível para Android e iOS.

 

Daily Yoga: um dos aplicativos de ioga mais populares para celulares, possui séries de exercícios guiadas por voz e com músicas relaxantes, que abrange durações e níveis diferentes. A versão gratuita conta com sessões para iniciantes, os níveis intermediário e avançado somente na versão paga. Disponível para Android e iOS.

 

Ekhart Yoga: este site está ofertando dez aulas gratuitas de ioga e meditação, devido a pandemia do coronavírus, com o intuito de ajudar as pessoas diretamente afetadas, seja fisicamente e/ou emocionalmente. Para acessar, faça o cadastro no site.

 

Mete Dança: para quem gosta de sacudir o esqueleto, este canal do YouTube é uma excelente opção para se exercitar. Você pode gastar muitas calorias enquanto aprende as coreografias dos hits mais novos da nossa música popular.

 

Fit Dance: este canal do YouTube traz coreografias de grandes sucessos nacionais e internacionais, através de uma proposta inclusiva, trabalhando com movimentos coreográficos modernos pensados de forma didática, proporcionando o aprendizado e a evolução do praticante. Contemplando todos os estilos musicais, a FitDance cresce com instrutores e fãs por todo Brasil e pelo mundo.

 

 

Transtornos de Ansiedade Generalizada, Social e Pânico; Fobias, Estresse Pós-Traumático; Depressão e Compulsão por Compras (Oniomania) em tempos de Covid-19

 

 

Os pensamentos a respeito de um futuro incerto, o medo irracional de objetos e situações e, pasme, aglomerações; o temor em sair de casa e a falta de prazer e vontade em relação às atividades disponíveis durante o isolamento; a compra compulsiva por itens como alimentos, álcool gel e até papel higiênico, e até armas! O conhecido panic buyingSem contar na ansiedade que é experimentada durante todo contato social, evitando-o ao máximo.

 

Observando tais comportamentos da maioria da população em suas casas, estabelecimentos, cidades e até países, poderíamos até experimentar um sentimento parecido com aquele de Simão Bacamarte em Itaguaí. Mas definitivamente não podemos apressar nossos julgamentos, conforme fez, erroneamente, o médico português da obra de Machado.

 

Pessoa idosa se deparando com escassez de produtos de higiene pessoal,

Se em dias normais estaríamos falando de claramente de sintomas de alguns Transtornos Mentais como Depressão, Transtorno do Pânico, Agorafobia, Compra Compulsiva e TOC, nos dias de hoje, comportamentos incomuns como os que foram descritos, podem se tratar de necessidades reais. Mas nem sempre, precisamos de muita atenção neste momento:

 

Um paciente que sofre de hipocondria (condição caracterizada pelo medo desproporcional de ficar doente e/ou a constante confusão de condições normais a sintomas de doenças graves e/ou recorrentes) poderá experienciar ou acreditar estar vivenciando sintomas da Covid-19 em função de seu estado mental. Assim como um paciente que sofre de algum transtorno de ansiedade poderá experimentar falta de ar durante uma crise de ansiedade e confundí-la com um sintoma da doença causada pelo Novo Coronavirus. Daqui poderia acontecer, por exemplo, uma ida desnecessária aos hospitais que poderá: tirar as escassas vagas de quem precisa e até gerar uma exposição desnecessária que resulte num contágio real.

 

A sutileza da diferença entre o que pertence ao interno e ao externo nunca foi de tamanha importância. E aí é que entrará a importância do trabalho dos profissionais da saúde mental — mesmo que online!

 

O isolamento poderá mobilizar o paciente deprimido, assim como o paciente que sofre de Pânico poderá reagir de maneira desproporcional às orientações de ficar em casa. Quando tivemos o surto de outro tipo de coronavirus em 2003, um número considerável de pacientes e profissionais das equipes médicas que cuidaram destes, desenvolveram sintomas e transtornos de ansiedade, estresse pós-traumático, depressão e Agorafobia.

 

Nosso trabalho envolverá pacientes da doença ou não, acometidos por esta onda esmagadora de tensão que vive o mundo. Equipes médicas sobrecarregadas, familiares em luto e até pacientes que entrem em Cuidados Paliativos necessitarão de profissionais da Saúde Mental como nunca antes visto.

 

Nosso papel será, além de atenuar o agravamento dos sintomas daqueles que já sofrem destas condições e tentar minimizar o impacto psicológico que estes tempos poderão trazer.

Mas o faremos com calma.

 

 

 

Abordagem Centrada na Pessoa

 

 

Terapia centrada na pessoa, também conhecida como psicoterapia centrada na pessoa, aconselhamento centrado na pessoa, terapia centrada no paciente e Psicoterapia rogeriana, é uma forma de psicoterapia desenvolvida por psicólogo Carl Rogers a partir da década de 1940 e estendendo-se até os anos 80. A terapia centrada na pessoa procura facilitar a tendência, auto-atualizante do paciente, "uma tendência inerente ao crescimento e à realização".

 

Em linhas gerais, ter consideração positiva incondicional é receber e aceitar a pessoa como ela é e expressar um afeto positivo por ela, simplesmente por ela existir, não sendo necessário que ela faça ou seja isto ou aquilo; a empatia, por sua vez, consiste na capacidade de se colocar no lugar do cliente, ver o mundo pelos olhos deles e sentir como ele sente, comunicando tal situação para ele, que receberá esta manifestação como uma profunda e reconfortante experiência de estar sendo compreendido, não julgado; por último, é a congruência a condição que permitirá ao profissional, embora nutra um afeto positivo e incondicional por seu cliente e tenha a capacidade de "estar no lugar" dele, a habilidade de expressar de modo objetivo seus sentimentos e percepções, de modo a permitir ao cliente as experiências de reflexão e conclusão sobre si mesmo.

 

                           A pessoa que estiver completamente aberta a sua experiência

 terá acesso a todos os dados possíveis da situação sobre

que fundamentará o seu comportamento;

as exigências sociais, as suas próprias necessidades complexas

e possivelmente em conflito,

a sua recordação em situações semelhantes,

a sua percerceção do caráter único dessa situação determinada, etc.

Os dados seriam de fato muito complexos.

Mas o indivíduo poderia permitir ao seu organismo total,

com a participação da sua consciência,

considerar cada estímulo,

cada necessidade,

cada exigência,

à sua intensidade e importância relativas e,

a partir desse cálculo e dessa apreciação complexa,

descobrir a atitude que mais integralmente

satisfizesse as suas necessidades perante a situação.

( ROGERS, 1961)

 

 

 

Atenção

 

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